terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Olá pessoal.

Mais uma vez, divulgo a publicação de mais um artigo. Está na Revista Brasileira de Ciência e Movimento.

Acessem e aproveitem a leitura:

http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/issue/archive

Está no v. 20, n.2

Meu artigo tem o título: Relação entre instabilidade do joelho e alterações posicionais do membro inferior de atletas de Ginástica Rítmica

Até mais.

Andrey

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


É COM IMENSA SATISFAÇÃO QUE DIVULGO A PUBLICAÇÃO DE MAIS UM ARTIGO.

ESTÁ NA REVISTA BRASILEIRA DE MEDICINA DO ESPORTE, v.18, n.5

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1517-869220120005&lng=pt&nrm=iso


ACESSEM E APROVEITEM A LEITURA. MEU ARTIGO TEM O TÍTULO:


A POSTURA DE ATLETAS DE GINÁSTICA RÍTMICA: ANÁLISE ATRAVÉS DA FOTOMETRIA


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

video


Isso deveria existir em todos os semáforos de Paranavaí .... Kkkkkkkkkkkkk ...


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Olá pessoal.

É com prazer que divulgo a aceitação de um novo artigo na REVISTA CIÊNCIA E SAÚDE COLETIVA. O artigo está em prelo, ou seja, aceito para publicação, mas ainda não impresso. Quem estiver afim da leitura, entre no site da revista: http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/
Logo depois, cliquem do lado direito em: artigos inéditos em prelo e depois em: veja todos os artigos. Meu artigo é o de número 131.

Obrigado.

sábado, 27 de outubro de 2012

Olá pessoal!

Aí vai uma dica: Saiu o último número da Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Está sensacional. Me interessei por pelo menos 3 artigos. Destaque para:

PODE A TERMOGRAFIA AUXILIAR NO DIAGNÓSTICO DE LESÕES MUSCULARES EM ATLETAS DE FUTEBOL?


ANÁLISE DA MARCHA NO PLANO INCLINADO E DECLINADO DE ADULTAS E IDOSAS COM DIFERENTES VOLUMES DE ATIVIDADES SEMANAIS


ANÁLISE ELETROMIOGRÁFICA DE MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR EM EXERCÍCIOS PROPRIOCEPTIVOS REALIZADOS COM OLHOS ABERTOS E FECHADOS


Quem quiser acessar:


Aproveitem a leitura ...




sábado, 6 de outubro de 2012

ATENÇÃO !!!

Saiu a nova edição do Jornal do Bairro
Acessem o link:


Meu texto está na página 14: Multa para pedestres . . .

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Olá pessoal.

Quero  compartilhar com vocês a leitura de um artigo recém publicado sobre a Tensiomiografia (TMG). Alguém conhece? Achei sensacional. É um artigo que se intitula: "TENSIOMIOGRAFIA UTILIZADA PARA A AVALIAÇÃO DE JOGADORES DE VÔLEI DE PRAIA DE ALTO NÍVEL", que foi publicado no último número da Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Aproveitem a leitura.





quarta-feira, 18 de julho de 2012


CONVERSA DE UM PROFESSOR E UM ALUNO SOBRE PROJETO DE TCC



ALUNO: Ai meu Deus . . . .  preciso fazer o pré-projeto do tcc. Até agora, só tomei cerveja nas férias . . .
PROFESSOR: Vai fazer o pré-projeto, menino . . . .
ALUNO: Prof, o que precisa ter num pré-projeto?
PROFESSOR: Gente, como o próprio nome já diz, é um pré-projeto. Pode sofrer algumas modificações. É importante que tenha um número de referências viável, ou seja, seja embasado na literatura, que tenha uma idéia plausível (ou seja, não precisa estar sozinho numa torre de marfim, você pode fazer algo que outros já fizeram, porém com embasamento), e que seja organizado, bem escrito.
Para escrever um texto, sempre pensamos no leitor. A dica é: Depois de escrever, guarde. Deixe um dia descansando. No dia seguinte, leia em voz alta. Se tiver alguma parte do texto que você não entendeu, é claro que o leitor também não vai. Não tenha pressa. Isso não tem nada a ver com a inspiração dos músicos.
Um pré-projeto tem que ter uma introdução, que é o item onde o autor irá aproximar o leitor sobre o tema que tratará o projeto. Por exemplo, se eu vou analisar a prevalência de depressão pós-parto em puérperas da Unidade de Saúde do Jardim xxxxxx (meu Deus, de onde eu tirei essa . . .  ahahah . . .), você vai ter que falar um pouco sobre a depressão, depois sobre especificamente a do pós-parto, suas conseqüências, causas e a relação da Fisio com esta prática.
Logo após a introdução, vem a justificativa. Nesse item, você deve se perguntar o por quê. Ou seja, por quê eu preciso estudar a depressão pós-parto? Por quê estudar acidentes de motocicleta que aconteceram na Avenida Colombo em Maringá no ano 2054? Daí, responde-se a pergunta. Para isso, tem que ter referências de estudos que digam que isso é importante, que provoca um custo alto para o sistema de saúde, etc.
Logo depois vem o (s) objetivo (s). É fundamental que um bom objetivo seja traçado. Como já sabemos, um objetivo começa com um verbo no infinitivo. Por exemplo: conhecer a prevalência de depressão pós-parto em puérperas da Unidade Básica de Saúde do Jardim São Manoel do Nordeste. Este seria meu objetivo geral, ou seja, o mais importante, mais forte, o que eu realmente quero saber. Objetivo específico é que vem em segundo plano, menos importante. Por exemplo, eu penso em ir até a UBS para olhar nos prontuários para saber quantas e quais as características da depressão pós-parto (medicamentos, Fisioterapia, tempo de depressão, etc.). Já que eu vou até a UBS, vou ter que produzir um roteiro ou um instrumento de coleta, que eu utilizarei para coletar os dados. Então um objetivo específico simples seria: Produzir instrumento para coleta de dados dos prontuários.
Logo após vem a metodologia. Sabemos que é um item fundamental. Aí tem que ir COMO queremos fazer o trabalho. Assim, estará aí o local do estudo, como é o prontuário, quais as variáveis que vou coletar (medicamentos, Fisioterapia, condutas, tempo de depressão, etc.), como vou analisá-las, com que programas, etc. Se você pretende tratar paciente, descreva exatamente como será o tratamento inteirinho, referenciado, com mais de 2 referências, se possível. Se você vai avaliar paciente, descreva os testes da mesma forma. Se você vai avaliar, depois tratar e depois reavaliar, explique cada uma das etapas detalhadamente, com referências. EXPLIQUE TUDO . . . . .
Depois vem um cronograma organizado numa tabela. Pode ser organizado mensalmente, sendo que devem existir etapas de execução na coluna. Podem ser: Levantamento bibliográfico, coleta de dados – parte 1, coleta de dados – parte 2, análise dos dados, redação final, correção, entrega a banca examinadora, defesa, entrega da versão definitiva. (é um exemplo).
Logo depois, vem as referências. Se tem dúvidas de como citá-las, faça pela ABNT. Se tiver dificuldade, tá mais fácil nas normas da Revista Uningá, no site da Uningá.
Se você for utilizar algum questionário já validado na literatura, como por exemplo, o sf36, coloque-o em anexo. Se você mesma está preparando seu instrumento de coleta e já tem ele pronto, também coloque. Pode ser um exemplo, uma ficha de avaliação dos seus pacientes.

Dicas extras: Faça uma capa, um sumário, deixe seu texto organizado e formatado.
Você tem apenas 1 ano ou menos para a execução do seu projeto. Não vai achar que dá tempo pra atender 355 pessoas e fazer com cada uma delas 50 sessões. Vai com calma. Melhor fazer algo pequeno, enxuto e bem organizado.
Acompanhe o que a literatura fala sobre o assunto. Seja prudente e circunscrito. Lembre-se de não estar na torre de marfim sozinho.
Se você tem alguma facilidade com um tema, escolha ele.
Se você tem algum facilidade em entrar num Hospital, por exemplo, porque já trabalhou lá ou trabalha, escolha fazer o tcc lá. Vai ser mais fácil, principalmente a coleta de dados.
Se for possível e já souber fazer, faça um termo de consentimento livre e esclarecido. É um termo que os pacientes que vocês irá coletar dados terão que assinar. Os termos que ele contém são fáceis. É para leigos.
Gráficos e tabelas também podem ser colocados no texto, para ilustrar o que está escrito. Redija um título para cada ilustração e não esqueça de citar a fonte.
Referências dever ser de literatura científica. Referencie só coisa boa. De revistas boas. Referências de sites, principalmente quando não tem quem escreveu são pobres, fracas, qualquer um pode escrever o que quiser e postar num site ou blog (hahahaha . . .).
Não se esqueça de ler o próprio texto no dia seguinte para ver se você mesmo que escreveu, entende. Se possível em voz alta e para outra pessoa escutar. Não pode ser o gato nem o cachorro.

ALUNO: Prof, isso tudo eu já sabia. Mas o que eu não consigo é pensar num tema. Queria fazer sobre crianças. Me ajuda?
PROFESSOR: Existem milhares de coisas que você pode pesquisar nas crianças. Você tem que definir algo. Exemplo: Analisar a interferência da retificação dorsal (ou dorso plano) em crianças com encurtamentos de IT. Pra isso, você tem que pensar se tem essa possibilidade. Se você conhece alguma clínica que tem vários pacientes deste quadro, etc.
ALUNO: Mas e de Pneumo???
PROFESSOR: Você é que tem que ver o que quer pesquisar. Exemplo: Quero analisar a força muscular respiratória em pacientes lesados medulares. Sei lá . . . Qualquer coisa, cara . . . Nesta fase que eu estou, eu iria analisar a prevalência de retificação dorsal em pacientes com hérnia discal. Hahah h h h . . . .
As dicas estão aí. Escolha algo que goste, pois você vai ler muito sobre o assunto. Vai estudar bastante. Tem que gostar daquilo.
Algumas pessoas estudam Metodologia Científica e tratam isso em fases, quase da forma que falei pra você. As vezes, fala de um problema.
Exemplo: Orientei um tcc agora que tinha um problema: O importante número de acidentes de trânsito na Avenida Colombo. Isso porque sempre escutamos falar que isso é uma epidemia e que um tempo atrás os radares foram tirados da avenida por causa da mudança da Polícia. A partir daí, é possível formular uma hipótese (suposição). Portanto, aí vai:

Resumo metodológico: Analisando dados de acidentes de antes e depois da mudança de comando da Polícia, é possível ver se os acidentes aumentaram ou não e como os padrões deles se modificaram.
Tema: Violência no trânsito
Problema: Crescente e epidêmico número de acidentes de trânsito em Maringá, que provoca aumento de custos para o indivíduo, sistema de saúde e sociedade
Hipótese: O número e a gravidade dos acidentes de trânsito na Avenida Colombo aumentaram depois da mudança de comando da Polícia

Desta forma, tenho organizado na minha cabeça o que eu acho que vai acontecer, o que eu penso e principalmente o que eu quero saber. Isso não precisa estar explícito no pré-projeto, mas é importante que seja compreendido pelo aluno. Que esteja na cabeça dele. Como o próprio nome já diz, hipótese é uma suposição. Pode não ser confirmada e não há problemas se não for. Pesquisas são realizadas para isso mesmo.

ALUNO: Tá bom, prof. Fiquei na mesma, mas vou continuar esperando a inspiração.
PROFESSSOR: Tá bom, cara. Vai lá.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Olá pessoal.

Quem se interessa por Ortopedia, vale muito a pena ler um artigo da Revista Brasileira de Ortopedia sobre Dinamometria.

Aproveitem a leitura:


http://www.scielo.br/pdf/rbort/v44n3/v44n3a07.pdf

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Olá pessoal.

Link para edições impressas do Jornal do Bairro.


Leiam minhas matérias, sobre o trânsito.

Valeu.

Andrey.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Olá pessoal.

Mais um livro para download: Manual de Fracturas.

Aproveitem a leitura.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Olá pessoal.

Aí vai uma dica fenomenal:

Existe um site que disponibiliza, sem custo, milhões de vídeos aulas, em inglês, português e legendadas, sobre todos os temas possíveis e imagináveis.

Você poderá, por exemplo, assistir aulas com professores Prêmio Nobel.

Aproveitem:

www.veduca.com.br

Busquem, por exemplo, as aulas de Anatomia.

Até mais.

Andrey.


domingo, 13 de maio de 2012

Novo texto do Jornal do Bairro

Aproveitem a leitura ....

É sobre um grupo que estuda e congrega estratégias para um trânsito melhor.



ACIDENTES: PARE COM ISSO
           Não adianta apenas falar que a situação dos acidentes de trânsito no nosso município é grave. Só falar, não ajuda em nada. Por isso, um grupo organizado, de pessoas comprometidas e com objetivos definidos começou a se encontrar para discutir sobre o assunto. Com o apoio de várias entidades e tendo como base a Unimed, outras pessoas foram convidadas a participar deste grupo, que mais tarde foi intitulado de: Estratégia de Enfrentamento dos Acidentes de Trânsito. Isto aconteceu no ano de 2010, mais especificamente entre os meses de maio e junho. O principal objetivo inicial foi discutir formas de atuação mais eficazes direcionadas a esta vulnerabilidade.
O referido grupo conta com representantes de diversos setores, sendo da Unimed, Prefeitura de Paranavaí, Câmara de Vereadores, Detran, Diretoria de Trânsito (Ditran), 8º Batalhão de Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Conselho Comunitário de Segurança, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Núcleo Regional de Educação, 14ª Regional de Saúde, Fafipa, Unipar, IFPR, Viação Cidade Paranavaí, Clínica Equilíbrio, além de vários clubes de serviço.
Com o grupo já formado e o título reformulado para: Acidentes: Pare com isso, as participações e discussões foram se intensificando. A intenção é que a estratégia permaneça em ação por muito tempo, e que congregue resultados a curto, médio e longo prazos. Não é uma campanha pontual, com data para começar e acabar.
Já que é um grupo que se reúne constantemente e que contempla pessoas que conhecem do assunto, que estudam e baseiam-se em dados estatísticos, em pesquisas já realizadas no Brasil e em outros países, pretende ser um centro, de onde partam ações direcionadas. Por exemplo, em um momento qualquer, quando aumentava o número de atropelamentos em Paranavaí, várias passeatas e carreatas, distribuição de panfletos, ações nas escolas foram realizadas apontadas para os pedestres.
Em junho de 2010, aconteceu o lançamento desta estratégia, chamada de Acidentes: Pare com isso. Nas reuniões do grupo, os integrantes debatem o tema, buscam alternativas e planejam ações para envolver todos os segmentos da sociedade nesta discussão. Várias ações já foram implantadas, como confecção e distribuição de materiais informativos específicos; aumento da fiscalização em formato de Blitze, tanto educativas quanto punitivas; concurso de redação sobre o tema nas escolas municipais; discussão sobre Semana do Trânsito e o sistema binário; reuniões na tentativa de conseguir a Escola de Trânsito para a cidade; várias palestras e cursos de condução da motocicleta, entre outros.
Muitas outras ações já foram aplicadas, que tomaram forma neste grupo de pessoas que continuam comprometidas com a situação. Se você quer saber mais sobre outras ações já implantadas e que estão em fase de execução, leia o texto sobre o trânsito na próxima edição deste Jornal. Se você quer participar, pois entende do assunto e tem boas idéias, venha falar conosco.


domingo, 29 de abril de 2012

Amigos, aqui está postado um novo texto redigido por mim. Foi para publicação no Jornal do Bairro de Paranavaí. Aproveitem a leitura.



Os acidentes de trânsito e a mobilização Nacional

De tempos em tempos, vemos que os brasileiros se emocionam e se mobilizam em torno de um fato. Quando um grande ídolo falece, todos choram e reconhecem quão importante aquele personagem era para o país. Quando acontece um desastre natural, muitos ajudam, tanto financeiramente quanto com serviços. Exemplos são as mobilizações nacionais frentes aos desastres naturais do estado do Rio de Janeiro, Santa Catarina, entre outros. No caso dos acidentes de trânsito, isto não poderia ser diferente.

De repente, um acidente ocorre com uma pessoa conhecida, algum artista, esportista famoso, e o Brasil inteiro fixa os olhos na televisão, a cobertura das redes de TV são imensas. Para-se o trânsito para o acidentado passar. Aviões, helicópteros, equipes médicas são mobilizadas em torno de uma pessoa. Nestes dias, o caso do filho de um cantor famoso preenche a programação de redes de televisão. Entrevistas e canções aparecem de hora em hora. Aí pergunta-se: Isto está errado?

A resposta é: NÃO! Aquela pessoa que recebe todo este tratamento merece tudo o que está sendo feito para ela. O problema é que é feito só pra ela. Quantas pessoas ficam horas e horas nos corredores dos hospitais? Quantas pessoas aguardam dias e semanas para um atendimento digno? E não precisa de avião nem helicóptero. Não precisa de equipe de TV, de repórter, muito menos de cobertura em tempo integral. O sofrimento da família já é suficiente. Não precisa mais.

E tem mais: Por quê não se preocupar com a vida antes da ocorrência do acidente? Por quê não usar cinto de segurança? Falta de conhecimento? Com certeza, não. Acreditamos que não exista uma pessoa neste país que não saiba da efetividade do cinto de segurança para o ocupante do veículo. Existe também unanimidade em relação as conseqüências do cansaço na direção de um automóvel. Todos nós sabemos que dirigir cansado e esgotado, a noite inteira, cochilando, é pedir para sair da pista. Algumas vezes, é possível acordar antes que ocorra a colisão. Outras, não.

Assim, continuamos a acreditar que TODOS têm o direito de se recuperar, de se reabilitar. Torcemos profundamente para que aquele e outros acidentados melhorem e voltem para suas vidas de antes. Mas do que adianta tudo isso? Será que adianta o acidentado falar as seguintes frases? “Nunca mais vou andar nesta velocidade . . .  Nunca mais vou conduzir sem cinto de segurança  . . . Vou me cuidar . . .” Adianta depois do acidente ocorrer? Portanto, este texto terminará com estas três perguntas. Não precisa responder agora. Lembre quando você tiver na frente de um volante:

1.       Adianta se arrepender depois do acidente?

2.       Você vai esperar ocorrer contigo para depois se arrepender?

3.       Será que será possível se arrepender?

domingo, 15 de abril de 2012

Atenção!!!!!

Novo livro disponível:

Bases Fisiologicas de la Terapia Manual y Osteopatia - Marcel Bienfait

terça-feira, 10 de abril de 2012

Drenagem Linfática

Vídeo da Marielli Manzano

Sucesso do Youtube. Mais de 40.000 acessos.

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domingo, 8 de abril de 2012

Vídeo que mostra algumas formas de redução do ombro (luxação glenoumeral)

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Atenção: Nova postagem

Artigo da REVISTA BRASILEIRA DE FISIOTERAPIA

Em prelo (ainda vai ser publicado)

Novo documento - Ministério da Saúde

Documento do CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde)

Conass Documenta n. 15

Violência: Uma epidemia silenciosa

quinta-feira, 5 de abril de 2012

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Vídeo da Campanha do Bar Aurora e Boteco Ferraz sobre o TRÂNSITO
Assistam . . .


domingo, 1 de abril de 2012

Livro do RUARO


Se você clicar no link abaixo, será direcionado a Página da CLínica de Fraturas Umuarama. No menu inferior do lado esquerdo, você poderá fazer o download completo do Livro: Ortopedia e Traumatologia: Temas Fundamentais e a Reabilitação. Aproveite ...